
Tudo parecia caminhar muito bem. Era o Prêmio do Brasil. No sábado, embaixo de um temporal, o piloto brasileiro havia feito o melhor tempo e largaria em primeiro no domingo.
Então, era só manter a estratégia que tudo daria certo no final e a decisão do campeonato seria levada para a última prova do ano. Mas logo no início da corrida as coisas já começaram a mudar. Acidentes consecutivos favoreceram o rival direto do piloto brasileiro, que ganhou várias posições sem muito esforço.
Não bastasse isso, o Rubinho parou nos boxes e quando voltou seu carro parecia outro. E para complicar ainda mais, o Button resolveu ser mais agressivo e ainda ultrapassou vários concorrentes. Resumo da ópera, chegou com folga para ser campeão e o nosso Rubinho perdeu até o segundo lugar do campeonato, que tentará recuperar na última corrida da temporada.
Não adianta, eu até tento torcer para o Rubinho, mas ele é muito devagar. Mesmo com um carro que dominou a primeira metade da temporada, ele mais uma vez deixou o seu companheiro de equipe lhe passar para trás. Parece que ele não tem vontade de vencer, se contenta com qualquer resultado, apenas leva em conta o lado financeiro.
É uma questão de perfil, ele definitivamente, não tem característica de competição. Aí, não precisamos esperar grandes resultados vindos dele. Há que saudades da época de grandes pilotos, Senna, Prost, Mansell, etc.