sábado, 22 de agosto de 2009

A firmeza do Mercadante


Outra vez estamos diante da politicagem explícita e descarada praticada no Brasil. O sr Aloizio Mercadante quase me convenceu que era um homem sério, partidário fiel aos princípios de sua legenda, quando informou que iria renunciar, em caráter irrevogável, à liderança do Partido dos Trabalhadores por não concordar com o apoio irrestrito do partido aos famigerados atos do, não menos iluste, senador José Sarney.

Porém, para surpresa geral da nação, não é que depois de uma longa e reservada conversa com o "companheiro" Lula, que por um acaso do destino também responde pela presidência do Brasil, o senhor Mercadante se esqueceu do significado literário da palavra "irrevogável" (de acordo com o Dicionário Aurélio, aquilo que não se pode fazer voltar atrás) e anunciou que vai continuar como líder do partido.

Ou seja, mais uma vez, alguns favores e promessas de benefícios sabe-se lá quais, mas sempre financiados pelo dinheiro dos nossos impostos, resolveu mais esta questão política.

Até quando as coisas serão resolvidas desta forma no nosso país? Será que não temos a capacidade de nos lembrar de fatos como estes na época das eleições? Quem sabe um dia? Aí teremos condições de promover uma reforma no Congresso e políticos com este tipo de conduta não mais terão vez entre os nossos legítimos representantes.

Até a próxima

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Agora está tudo explicado...

Meus amigos,

É como já dizia o meu sábio avô: "Tudo na vida tem uma explicação".

Hoje a polícia italiana desmontou uma quadrilha que falsificava Ferraris e as vendia por um preço bem abaixo do que vale uma verdadeira, em anúncios na internet, conforme noticiado pela BBC Brasil.com.

Isso explica o desempenho pífio do nosso querido Rubens Barrichello. O pobre
piloto estava sendo enganado este tempo todo. Enquanto o "alemão voador" pilotava uma legítima Ferrari, ele era obrigado a "choferar" uma cópia barata do carro dos sonhos de muita gente.

Então, nada mais justo do que reconhecer públicamente que erramos ao criticá-lo
em suas atuações. Uma vez que ele não tinha culpa do que estava acontecendo. Era
apenas mais uma vítima da situação.

Abraços,

domingo, 17 de fevereiro de 2008

O Reitor e as verbas...

Meus caros,

 
Não é de hoje que vemos a situação calamitosa em que se encontra a educação no Brasil. E as deficiências vão desde o ensino fundamental até o ensino superior. E a desculpa do governo é sempre a mesma: não existe verba suficiente para atender às necessidades desde serviço que deveria ser direito de todos os cidadãos, como prega a nossa
Carta Magna.

 
Porém, nos últimos dias, estamos diante de uma série de denúncias contra o Reitor da UNB, o senhor Timothy Mulholland, que está sendo acusado de, entre outras coisas, utilizar do orçamento da Finatec (Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos) para reforma e compra de mobília de apartamento de luxo e compra de carro. Vide site da Folha On Line.

 
Será que este é, realmente, o destino mais nobre para uma verba que se diz tão escassa para ser aplicada em pesquisa e melhoria da educação deste país? O Ministério Público está investigando o caso. Vamos aguardar e torcer para que os culpados sejam devidamente identificados,
incriminados e punidos pelas irregularidades. Mais uma triste nota do nosso Brasil!!!!

 
Abraço...