domingo, 1 de janeiro de 2012

Já estamos em 2012...

Depois de 365 dias de correria, alegrias, surpresas, angústias, muito trabalho, preocupações, recompensas eis que surge o tão comentado e esperado 2012.

É impressionante como esta ruptura da sequência numérica traz uma sensação de renovação, esperança. recomeço.

É como se existisse um abismo entre a nossa vida no ano velho e a vida que nos espera no ano novo. São outros sonhos, outros objetivos, outros planos. Como explicar como uma simples divisão do tempo em frações consegue um efeito tão interessante?

Acho que não existe uma explicação simples para esta sensação. Mas é uma unanimidade que sem esta magia do ano novo não teríamos fôlego para enfrentar todos os desafios que nos esperam já no primeiro dia após a virada.

Sendo assim, aqui estamos nós. Prontos para o novo ano e sabedores de que, após os próximos 365 dias, ou 366 no caso específico de 2012 que é bissexto, teremos nossas energias renovadas pela magia do calendário e estaremos novamente prontos para 2013, 2014 e assim por diante.


Feliz Ano Novo!!!!!

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Quanto custa o apoio de um ídolo?

Nos últimos dias estamos acompanhando o destaque que a imprensa tem dado à participação do grande ídolo Ronaldo Fenômeno no Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014 e também da mudança repentina de comportamento do, não menos ídolo, e agora deputado federal Romário.

Antes um ferrenho opositor de Ricardo Teixeira, após uma reunião com o mandatário da CBF, o nobre deputado passou a "entender melhor" o projeto e já acredita que a organização está melhorando e tudo vai dar certo. É pouco provável que esta mudança repentina seja apenas coincidência com o fato da CBF ter reservado 23 milhões de reais para disponibilizar 32 mil ingressos para portadores de necessidades especiais.

Nada contra a causa defendida pelo deputado, que é, de longe, uma das mais nobres às quais ele poderia se dedicar. Porém, a sua mudança de comportamento nos leva a suspeitar que houve algum tipo de acordo, onde a CBF ofereceu este pacote de ingressos em troca de uma trégua nas críticas.

O caso de Ronaldo é um pouco diferente. Ele nunca se envolveu em nenhum episódio onde criticava o COL. Mas, por outro lado, considerando as recentes e grandiosas jogadas financeiras encabeçadas pelo ex jogador, fica difícil acreditar que não haja algum interesse nessa participação.

Ainda mais se levarmos em consideração que o ambiente da CBF e a gestão de Ricardo Teixeira tem um histórico de favorecimento a determinados grupos de interesses em detrimento de outros. A toda poderosa Globo que o diga.

Será que, no caso dos dois ídolos populares, eles não levam em conta o fato de que deveriam ser exemplo e referência para tantos jovens atletas e crianças? Realmente a questão financeira e a necessidade de exposição na mídia devem falar mais alto que alguns valores básicos? Eis a questão...

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Uma vez Rubinho... Sempre Barrichello!!!


Tudo parecia caminhar muito bem. Era o Prêmio do Brasil. No sábado, embaixo de um temporal, o piloto brasileiro havia feito o melhor tempo e largaria em primeiro no domingo.

Então, era só manter a estratégia que tudo daria certo no final e a decisão do campeonato seria levada para a última prova do ano. Mas logo no início da corrida as coisas já começaram a mudar. Acidentes consecutivos favoreceram o rival direto do piloto brasileiro, que ganhou várias posições sem muito esforço.

Não bastasse isso, o Rubinho parou nos boxes e quando voltou seu carro parecia outro. E para complicar ainda mais, o Button resolveu ser mais agressivo e ainda ultrapassou vários concorrentes. Resumo da ópera, chegou com folga para ser campeão e o nosso Rubinho perdeu até o segundo lugar do campeonato, que tentará recuperar na última corrida da temporada.

Não adianta, eu até tento torcer para o Rubinho, mas ele é muito devagar. Mesmo com um carro que dominou a primeira metade da temporada, ele mais uma vez deixou o seu companheiro de equipe lhe passar para trás. Parece que ele não tem vontade de vencer, se contenta com qualquer resultado, apenas leva em conta o lado financeiro.

É uma questão de perfil, ele definitivamente, não tem característica de competição. Aí, não precisamos esperar grandes resultados vindos dele. Há que saudades da época de grandes pilotos, Senna, Prost, Mansell, etc.