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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Quanto custa o apoio de um ídolo?

Nos últimos dias estamos acompanhando o destaque que a imprensa tem dado à participação do grande ídolo Ronaldo Fenômeno no Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014 e também da mudança repentina de comportamento do, não menos ídolo, e agora deputado federal Romário.

Antes um ferrenho opositor de Ricardo Teixeira, após uma reunião com o mandatário da CBF, o nobre deputado passou a "entender melhor" o projeto e já acredita que a organização está melhorando e tudo vai dar certo. É pouco provável que esta mudança repentina seja apenas coincidência com o fato da CBF ter reservado 23 milhões de reais para disponibilizar 32 mil ingressos para portadores de necessidades especiais.

Nada contra a causa defendida pelo deputado, que é, de longe, uma das mais nobres às quais ele poderia se dedicar. Porém, a sua mudança de comportamento nos leva a suspeitar que houve algum tipo de acordo, onde a CBF ofereceu este pacote de ingressos em troca de uma trégua nas críticas.

O caso de Ronaldo é um pouco diferente. Ele nunca se envolveu em nenhum episódio onde criticava o COL. Mas, por outro lado, considerando as recentes e grandiosas jogadas financeiras encabeçadas pelo ex jogador, fica difícil acreditar que não haja algum interesse nessa participação.

Ainda mais se levarmos em consideração que o ambiente da CBF e a gestão de Ricardo Teixeira tem um histórico de favorecimento a determinados grupos de interesses em detrimento de outros. A toda poderosa Globo que o diga.

Será que, no caso dos dois ídolos populares, eles não levam em conta o fato de que deveriam ser exemplo e referência para tantos jovens atletas e crianças? Realmente a questão financeira e a necessidade de exposição na mídia devem falar mais alto que alguns valores básicos? Eis a questão...

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

A verdadeira independência

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Mais uma vez é 7 de setembro. E como acontece há muito tempo, estamos comemorando a nossa independência. Temos várias solenidades oficiais pelas principais cidades do país, com a presença dos nossos ilustres governantes, uma verdadeira demonstração de cidadania.

Será que é isso mesmo? Ou é apenas mais uma peça do nosso imenso e inigualável teatro político? Infelizmente, fico com a segunda opção. Que independência é esta onde continuamos reféns da violência dentro das nossas próprias casas? Que independência é essa que nos submete a uma das maiores cargas tributárias do mundo, sem o mínimo de contrapartida dos serviços prestados pelo Estado?

Neste ano, as comemorações têm um componente populista novo. É o famigerado pré sal. Agora todos os nossos problemas serão resolvidos. O país terá dinheiro para investir em saúde, educação, melhorar as condições de vida da população, diminuir as desigualdades sociais. Que maravilha. Pena que ninguém sabe ainda qual a dimensão exata do petróleo existente no pré sal, como será retirado de lá, entre outras perguntas básicas.

Mas uma coisa é certa: os interesses políticos já estão tentando tirar o máximo de proveito da situação. Seja no curto prazo, como trunfo para as próximas eleições presidenciais, como também no longo prazo. Todos querem garantir que, caso haja realmente a abundância de recursos alardeada pelo governo, tenham a chance de abocanhar parte do dinheiro.

Enquanto isso, a "marolinha" da crise continua a nos assombrar, a era Sarney continua firme e forte no Senado e a impunidade é a regra geral. E viva o nosso Brasil independente!!!

domingo, 6 de setembro de 2009

O maior clássico do futebol mundial

http://blogdojuca.blog.uol.com.br/arch2009-09-06_2009-09-12.html
Ontem, mais uma vez, tivemos a oportunidade de presenciar um duelo do maior clássico do futebol mundial: Brasil x Argentina. Tecnicamente falando, Argentina x Brasil, pois o jogo foi na cidade de Rosario.

De um lado, tínhamos uma seleção repleta de craques que brilham no futebol europeu, uma seleção líder das eliminatórias. Do outro, por mais estranheza que nos possa causar, uma Argentina sem brilho, extremamente dependente da sua estrela solitária Messi, em uma situação pouco confortável na classificação.

Porém, o técnico argentino, Diego Armando Maradona, como bom argentino, tentou sustentar um ar de superioridade até o último momento. Além de todas as "manobras" para levar a partida para um estádio pequeno, sem alambrado separando a torcida dos jogadores, a Federação Argentina dificultou ao máximo a vida dos poucos brasileiros que se aventuraram em se deslocar até o país vizinho para assistir o jogo.

Mas quando a bola rolou, o que que se viu não foi bem isso. Apesar das estatísticas apontarem que os argentinos detinham o dobro de posse de bola, as reais chances de gol foram criadas pelo Brasil. E o que é melhor, duas delas convertidas em gols ainda no primeiro tempo.

No retorno do intervalo, quando parecia que a Argentina tentaria uma reação, mais uma vez se destacou a categoria extraordinária do jogador Kaká. Em um lançamento fantástico, deixou o Luis Fabiano de frente com o goleiro argentino para fazer o terceiro gol brasileiro. E ainda dizem que ele é "grosso".

Agora, convenhamos, está muito claro que o Dunga deu uma nova alma à seleção canarinho. Foi resgatado o orgulho de se jogar com a camisa canarinho. Mas, apesar disso, a Argentina de ontem não foi nem sombra do grande adversário de outros tempos. Quando impunha respeito e endurecia o jogo. Muitas das vezes, até de forma desleal. Não se vê um time com vontade de ganhar, de correr, brigar. Mais parece um bando de "peladeiros", sem esquema e sem a identidade portenha.

De qualquer forma, o Brasil não tem nada a ver com isso, fez a sua parte, se impôs e trouxe a classificação antecipada para a Copa do Mundo de 2010. Se teremos um bom desempenho na competição mundial, somente esperando para ver, mas que estamos com um novo ânimo para assistir a um jogo da nossa seleção, não tem como negar.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Embargo Suspeito

Pessoal,

Realmente os países europeus ainda insistem em tratar o Brasil como sendo uma das suas colônias mais lucrativas, assim como foi nos últims 500 anos.

A bola da vez agora é o embargo da carne brasileira na União Européia. Sejamos honestos, é óbvio que esta proibição pode ter qualquer motivo, menos o problema sanitário. Até porque onde não conseguem erradicar a doença da vaca louca e continuam consumindo a carne local, não estão com esta preocupação toda com a saúde.

O que se vê claramente é uma medida protecionista, uma vez que é economicamente impossível para os produtores europeus competirem com os brasileiros, em função dos altos custos de produção de lá, do ganho de escala que temos aqui, das vantagens climáticas, etc.

Agora, o que esperamos é que o governo brasileiro seja mais firme e, se for o caso, recorra à OMC, conforme declarou o ministro da agricultura Reinhold Stephanes à Folha On Line, e não se omita mais uma vez, como fez no caso do gás boliviano.

Afinal, os produtores que investiram para atender às exigências feitas pelos importadores europeus, não podem ficar com o prejuízo. E, nunca é demais lembrar, que o setor agropecuário brasileiro representa o equilíbrio para nossa economia.

Abraços,

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Cartão de Crédito dos Sonhos...

Caros amigos,

Mais uma vez estamos aqui para falar de um assunto que insiste em ser rotina no Brasil: o pouco caso com o suado dinheiro do contribuinte brasileiro.

Desta feita são os cartões de crédito corporativos do Governo Federal. Os nobres e importantíssimos ministros da Pesca, Altemir Gregolim, e da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, serão investigados pela Controladoria Geral da União por causa do uso nada corporativo dos seus cartões, de acordo com a Folha On Line.

A variedade de estabelecimentos agraciados com a utilização dos famigerados cartões é grande, inclui desde pet shop até joalheria.

Para não fugir à regra, todo mundo é inocente e vai apresentar a documentação comprobatória, pena que ninguém é punido e a festa continua!!!!

Fazer o quê???