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domingo, 20 de setembro de 2009

A vitória dos "fichas sujas"

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Na última quarta feira, o nosso Supremo Tribunal Federal liberou os candidatos que respondem por processo em primeira instância para disputarem as eleições. A ação tentando proibir a candidatura dos chamados "fichas sujas" foi impetrada pela Associação dos Magistrados do Brasil.

Pelo jeito, o Supremo acha que é razoável um candidato que responde a processo representar o povo no Congresso Nacional. E depois que são eleitos, já sabemos das regalias de que dispõem perante a justiça. Ou seja, o melhor julgamento deverá ser feito nas urnas pelos eleitores.

Não devemos esperar que a justiça discuta e decida o que é melhor. Basta não votar em um candidato nesta situação. Desta forma, ele continuará a responder aos seus processos como um cidadão comum.

E além disso, devemos fazer o possível para acompanhar o desempenho dos nossos candidatos eleitos e nos lembrar das suas ações durante o mandato para que não votemos novamente em quem não contribuiu positivamente para o Brasil.

sábado, 22 de agosto de 2009

A firmeza do Mercadante


Outra vez estamos diante da politicagem explícita e descarada praticada no Brasil. O sr Aloizio Mercadante quase me convenceu que era um homem sério, partidário fiel aos princípios de sua legenda, quando informou que iria renunciar, em caráter irrevogável, à liderança do Partido dos Trabalhadores por não concordar com o apoio irrestrito do partido aos famigerados atos do, não menos iluste, senador José Sarney.

Porém, para surpresa geral da nação, não é que depois de uma longa e reservada conversa com o "companheiro" Lula, que por um acaso do destino também responde pela presidência do Brasil, o senhor Mercadante se esqueceu do significado literário da palavra "irrevogável" (de acordo com o Dicionário Aurélio, aquilo que não se pode fazer voltar atrás) e anunciou que vai continuar como líder do partido.

Ou seja, mais uma vez, alguns favores e promessas de benefícios sabe-se lá quais, mas sempre financiados pelo dinheiro dos nossos impostos, resolveu mais esta questão política.

Até quando as coisas serão resolvidas desta forma no nosso país? Será que não temos a capacidade de nos lembrar de fatos como estes na época das eleições? Quem sabe um dia? Aí teremos condições de promover uma reforma no Congresso e políticos com este tipo de conduta não mais terão vez entre os nossos legítimos representantes.

Até a próxima